seique em vigo 2

e na quarta 18 de novembro passamos por vigo, pola livraria cartabón, como bem cantam as fotos. ali acolheram-nos amigas que sabiamos (maría, alfonso) e amigos inesperados (aníbal, olga). e também figemos amigxs novxs (gonzalo, maribel). conversamos com Ramón Nicolás sobre o seique: sobre a idea da sua estrutura, sobre a importância das cozinhas, sobre as avós e as tiavós e se estavam ou não idealizadas, sobre a memória e sobre a importância de falar para sandar feridas, e do tango do fresco, de manolo pipas, presente.

e depois ainda houve tempo para irmos de tabernas e tomar-lhe algho no calvário, na do Xerrinho. e estando ali não assomou ele, afouto, ocupando todo o vão da porta, só silhueta no contraluz do dia, exclamando:
–aqui o estou, manuel de portaris, portaris de manuel!

Ramón Nicolás lendo a súa recensão.

Ramón Nicolás lendo a súa recensão.

 

eue explicandinha perdida

eue explicandinha perdida

 

as amighas aguardadas

as amighas aguardadas

 

muito trabalhei!!

muito trabalhei!!

 

o prémio, na taberna.

o prémio, na taberna.

 

e o vídeo do evento:

seguinte encontro: vigo

seique_vigo

seique paga a pena

e temos com nós a primeira recensão crítica do seique, no suplemento fugas, de Lavozdegalicia, e da mão de ramón nicolás.

orgulhosa.

 

critica_Fugas1