seique em ponte vedra

onte tocou a boa vila, na livraria paz, como sempre, e com o clube de fans que nunca falta às minhas visitas: miriam, mónica, mar…

e acompanhou-nos ana acuña, que pediu mil vezes desculpas por não poder preparar com tempo a presentação e ainda assim não deixou recanto do seique por visitar. obrigada pola tua leitura!.

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isso sim, ana, ademais de ler atentamente, deioxou-me deveres. no café prévio ao lançamento insistiu-nos em querer sabê-lo todo, todo: onde é que era o vento? de quem era irmá casilda? teu pãe leva o nome do avô?

tivemos que escrever, entre eu e carmela, todas essas cousinhas num rascunho de papel que ela depois partilhou com o público, deixando-nos de trapalheiras perdidas.

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e sugeriu: deverias colocar, pode ser no teu blogue, a árvore genealógica da família, que assim enredamos menos nos nomes. um esqueminha só, como guia.

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e mais: deverias colocar, pode ser no teu blogue, um mapa com a geografia do seique, para não perder-nos na microtoponímia.: portaris, o vento, cervanha, fojo, ceia…

eis o mapa, com textos do livro. um autêntico roteiro literário:

se não o vedes, aqui a ligação.

muito me fez trabalhar esta mulher!!

menos mal que depois tocou relax e conversa, seique.

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seguinte encontro: ponte vedra

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Lusocuria

sempre penso que sou uma inculta. sobretodo quando descobro a gente falar cousas estranhas que eu nem imagino de onde é que saem. uma lacuna, penso. uma lacuna cultural que vivo tímida e avergonhada.

por isso tinha vontade de conhecer Verónica Martínez Delgado. quando figem a crítica do seu poemário, não acabei de perceber o sentido do título. mas como decidim que era uma dessas minhas vergonhantes lacunas, figem coma quem, ignorei-no na recensão e simulei que me adentrara nas entranhas mais fundas do livro. Verónica diz que figem tal. pode ser. eu porvezes tenho a sensação de que entro mas não abro os olhos.

o caso é que me pediu acompanhá-la no lançamento de lusocuria na Livraria Paz, de Ponte-Vedra. E lá fum, contenta por conhecê-la em pessoa (a nossas conversas foram sempre virtuais, viva a rede!) e para ver se nos contava que raios era isso da lusocuria.

soubemos.

e passamo-lo mui bem.

o insigne editor, Alberte Momán, tivo a bem gravar-nos. foi um pouco a traição, porque eu botei a língua a pazer como se estivesse entre colegas (estava entre colegas).

desta vez não escrevim nada especial, porque levava uma caixinha amorosa carregada de poesia escrita por outras vozes e com a que lusocuria choca brutal e sexualmente.



 

A imagem roubei-na no feisbu da Livraria Paz.