seique em caldas

o seique já leva passeado um pouco, acompanhado da autora, mas até agora não andara numa biblioteca. andou em livrarias, andou em centros sociais, porém, bibliotecas, nada.

e ontem tocou. uma biblioteca pequena, seique. e viva. e luminosa. e acolhedora. e atendida.

a de caldas de reis.

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caldas_viva

as fotos são para que aprendam na estrada a ter fermosas e atualizadas as bibliotecas. ighual se lhes pega e aprendem.

e fomos falar…

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recebemos ao público no alto a autora e as formiguinhas bibliotecárias, rosa e cristina. e sentamos cristina, em representação das duas, carmen loureiro, ex-companheira de trabalho e apesar disso amiga (cristina gostou de que a descrevera como leitora atenta e meio filósofa, assim que reitero) e menda lerenda, para falar do seique.

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o melhor: que estava o meu padrinho, mon, e aguentou tooooodo o ato sem fugir de nós. e que maruxa, a minha coirmá, descubriu de onde saíra a sua família: como os bisavós com tia carmen, a ela também seu pai e mãe a perderam quando meninha.

como sempre, o seique despertou conversas e acabou nas tabernas, falando de memórias entre vinhos, que é a melhor maneira de fazer memórias.

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apesar das minhas tosses.

 

seguinte encontro: caldas

se as águas do úmia o permitem, esta sexta, às 20.30 caeremos pola biblioteca pública PM Martínez Ferro, de caldas de reis (para isso estão as bibliotecas públicas) para falar, com Carmen Loureiro, seique.

e se as águas do úmia andam ceivas, traquilas, colhemos a dorna e imos igual.

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Encontro Poético Intercentros

O passado 15 de maio, faltei à minha escola para fazer de poeta noutras escolas… Os IES de Poio, de Sanxenxo, de Ribeira de Louro do Porriño e de San Paio de Tui arrejuntam cada ano um manado de poetas, entre alunado e convidadas e passam um dia de convivência partilhando música e poetadas.

Eu sempre lhes tivem um algo de inveja. E este ano caeram na conta e fui uma das poetas convidadas, junto com a amiga Clara Pino, a amiga desde esse dia Rosalía Fernández Rial e Serj, músico abandonado nas praias da Costa da Morte.

Vemo-nos em Caldas de Reis, onde figemos obradoiros de poesía e música, partilhamos as nossas criações num recital e repartimos entre as caldenses e caldianas marcapáginas e anúncios breves num roteiro literário pola vila.

para que digam que a poesia está morta…

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parabrisas

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