seique em marim

as gentes de Queremos Galego Marim disseram-me de ir-lhes à sua vila. queriam falar do seique, da memória e de literatura. e eu não lhes disse que não.

apresentou-nos, a mim e ao seique, Queta Molas, o qual já é uma enchente de orgulho, porque ela faz parte desse grupo de pessoas às que adico o livro, pois é das que

turraram contra a desmemória

em balcões de cartórios notariais,

em decretos de governo.

em apagadas vozes.

marim_seique

foi mui agradável escuitá-la falar,  narrar das suas estórias e mais estupendo ainda quando ao final do lançamento se achegou a mim e ao ouvido segredou: se eu escrevesse um livro com tudo quanto sei, faria-o assim, como o teu.

e eu digo: venha, vai, faz esse livro!!

faltou em marim a segadora maior: andrea nunes, que a temos perdida no chinês exílio migratório, mas estavam velhas amizades

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… e, como já é costume, depois fomos às tabernas… seique.

taberna_seique

 

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